Este livro
explica todo o processo, quando Angola ganha a sua independência. Tanto que
começa a ser relatado dia 11 de Novembro de 1975 (que foi o dia da
independência de Angola). Este, tenta reinterpretar o período que antecede
a Independência e a pós-Independência, mostrando todos os processos de uma
época de terror por que passou, ocultando a divisão que existia no
mundo. Para isso criaram um relato de um jornalista que vai procurar a
angolana poeta e historiadora Lídia do Carmo Ferreira que desaparece, misteriosamente,
no começo da guerra civil de Angola em 1992. O jornalista e a poeta
tinham se conhecido na prisão onde Lídia contava algumas situações que
aconteceram na sua vida e explicando o trabalho que desempenhavam. Mesmo depois
de saírem da prisão, estes continuam amigos até que Lídia desaparece.
Estação das
chuvas retrata a parte de fição (A história de Lídia) e a realidade (o
processo da independência de angola) misturando essas duas
partes durante o livro. Este retrata a história de Angola que se
confunde com a história desta personagem, Lídia Ferreira que funciona como uma
força vital angolana no momento da independência em 1975, mas que é
desvitalizada quando desaparece em 1992. O narrador descreve o que sabe e
desvenda a vida desta personagem, bem como da vida de seus amigos de infância e
colegas da universidade no exílio e nas frentes de batalha.
Apesar de o livro ser um pouco confuso, pois mistura a
parte de fição que é a história de Lídia e o procedimento da independência de
Angola, penso que é muito gratificante para a unidade curricular de Educação
Intercultural.Realizado por: Vanessa Genro
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