O livro tem uma
leitura acessível, porém um pouco confuso de perceber. O facto de não ter
imagens, e de ser apenas um texto narrativo, torna-se na minha opinião um pouco
“massudo”.
Em termos de cultura este
livro relata as diferenças culturais que existem. Destaca as seitas japonesas e
o misticismo indiano. As seitas japonesas (comunidade religiosa
japonesa) provêm da
avó de Mao (personagem principal), esta uma feiticeira com poderes de visão do futuro. O misticismo indiano provém da
personagem Hachi que, com uma educação indiana, como é referido, em que há uma
cerimónia celebrada por um senhor idoso que ensina como foi o karma, ou seja, a
sua vida anterior, e quais os reflexos que terá na sua vida futura. Este chega
a prever que no futuro a personagem Hachi irá procurar gurus no interior da
Índia para encontrar o seu próprio caminho e refugiar-se numa montanha.
O livro consiste na
ligação entre duas culturas diferentes através das personagens principais (Mao
e Hachi). Estas ao longo do livro dão a conhecer as suas culturas, onde não
existem semelhanças entre elas.
No desenrolar do livro aparece a figura feminina da avó, que desempenha
um papel de matriarca, ou seja, descobre-se na cultura japonesa um grande
respeito pela mulher.
Realizado por. Cátia do Rosário
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