domingo, 15 de dezembro de 2013

Livro "A ultima amante de Yoshimoto"

O livro tem uma leitura acessível, porém um pouco confuso de perceber. O facto de não ter imagens, e de ser apenas um texto narrativo, torna-se na minha opinião um pouco “massudo”.
Em termos de cultura este livro relata as diferenças culturais que existem. Destaca as seitas japonesas e o misticismo indiano. As seitas japonesas (comunidade religiosa japonesa) provêm da avó de Mao (personagem principal), esta uma feiticeira com poderes de visão do futuro. O misticismo indiano provém da personagem Hachi que, com uma educação indiana, como é referido, em que há uma cerimónia celebrada por um senhor idoso que ensina como foi o karma, ou seja, a sua vida anterior, e quais os reflexos que terá na sua vida futura. Este chega a prever que no futuro a personagem Hachi irá procurar gurus no interior da Índia para encontrar o seu próprio caminho e refugiar-se numa montanha.
O livro consiste na ligação entre duas culturas diferentes através das personagens principais (Mao e Hachi). Estas ao longo do livro dão a conhecer as suas culturas, onde não existem semelhanças entre elas. 

No desenrolar do livro aparece a figura feminina da avó, que desempenha um papel de matriarca, ou seja, descobre-se na cultura japonesa um grande respeito pela mulher.

Realizado por. Cátia do Rosário

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