No meu entender, mais do que uma
bela história de amor, esta obra direcciona-nos subjectivamente para a busca
incessante pela felicidade.
Não basta viver a vida, torna-se
fundamental que nos tornemos capazes de dar a volta por cima, de querer sempre
mais.
No meu entender, Mario Benedetti,
com esta obra, tenta passar a mensagem de que todos nós temos crises
existenciais, todavia, o que distingue os fortes dos fracos é a capacidade de
se superiorizarem face às adversidades do quotidiano.
Para terminar, a brevidade da vida torna-se no melhor aviso para
que sejamos capazes de gerar o poder de reivindicar uma melhor existência para
nós, e tentar motivar aqueles que nos rodeiam para lutarem contra o facto de viveram
a vida como rotina.
Apesar do livro nos ser apresentado
em formato de diário, a verdade é que quem se identificar com a questão de
nunca se dar por vencido, de nunca se entregar ao decadente quotidiano, irá
certamente gostar do livro.
Na minha opinião, não é um livro fantástico, contudo ganha
vantagem a muitos outros por causa da sua simplicidade e objectividade da
mensagem.
Realizado por: João Malho
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